quinta-feira, setembro 09, 2004

O Galarza Vinha Cantando Alegremente

Esta tarde encontrei o Galarza, o Quarto. Cruzámo-nos no Saldanha, sem acenos, nem espantos, trocámos dois beijos. Ele cantorolou-me ao ouvido e eu ronronei-lhe que tinha gostado das quadras populares dedicadas ao Santo António. Depois, num roçar de Gato, contei-lhe o meu segredo: disse-lhe que andava à solta. Ele fez-me uma festa, despediu-se e afastou-se. Ainda o acompanhei com o olhar... algo de muito pouco felino. É o Galarza mais charmoso e simpático da cidade. Eu cá gosto muito dele.

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